Segundo
o Correio do Estado (MS) “Organizar e preparar a sua milícia armada para a
guerra declarada contra os índios Guarani Kaiowá”, este é o objetivo dos
fazendeiros criminosos que se reuniram na Associação dos Criadores de Mato
Grosso do Sul (Acrissul)
Os poderosos do campo e das contas bancárias invadiram as áreas indígenas históricas, destruíram a natureza e estão caçando e matando os índios como se animais fossem.
Não obstante, a corja de invasores “cara pálida” está armada até os dentes, e ameaça as autoridades de que expulsarão os índios a bala caso o governo federal não cumpra com sua promessa de lesa cofres (pagamento das terras que são indígenas para aqueles que as invadiram), e dizem: Estamos de saco cheio (de munição) e prontos para o combate...
O foco “principal” da milícia criminosa dos ”Jaguaras” fazendeiros de confusão é o de ampliar o agronegócio "nefasto" ao meio ambiente e as etnias originárias do Brasil...
O olhar “xenófobo” do governo de Dilma "essência búlgara" Rousseff não lhe permite enxergar as etnias indígenas como prioridade na demarcação de terras.
Enfim, caberá aos índios ocuparem aquilo que historicamente lhes pertencem, mesmo sem a anuência do governo xenófobo e burguês de Dilma "essência búlgara" Rousseff...
Segundo os Xamãs, o antídoto é extraído do próprio veneno...
Em ralação ao prazo dado pelos fazendeiros (22/11), vale lembrar que as terras sempre foram "nossas" e os únicos invasores sãos os netos, os bisnetos e tataranetos dos portugueses, holandeses, alemães, "búlgaros Rousseffes", alemães, franceses, italianos, ongueiros carreiristas, e os padrecos e as madrecas bio-piratas da "Teologia da mentira" que estão ali fazendo politicagem a serviço da "eternização" de suas instituições e dogmas perversos...
Na verdade as áreas em questão tem de serem expropriadas e os "fazendeiros de confusão" receberem um lote popular de 5X12 m² na periferia de São Paulo para provarem do veneno que distilam as vidas alheias... Criar um tribunal popular seria um "santo" remédio para os invasores das terras indígenas...
Bem que nos dá vontade (eu e a torcida do flamengo) de ensinar aos índios aquilo que sempre soubemos fazer, ou seja, armadilhas de estacas"Punji" ao estilo vietnamita... Teto baiano, muro malaio, fura cara, quebra canela entre outras mais sofisticadas com o uso de armas e pólvoras. Imagine índios jogando flechas metálicas estilo bestas etc. Viver em condições excepcionais os índios sabem, então... Ah, mas os covardes ou os deixa disso (somente se os fazendeiros e os jagunços estiverem levando na tarraqueta), irão dizer: Guerra não! Violência não! Então táh doutor, antes que o caldo entorne vai lá ao curral dos jaguaras e os desarme. Afinal, em algum momento a situação vai virar negativa para os fazendeiros, acredite se quiser... Já chega de ver índio assassinado covardemente e ninguém fazer nada. Só irão levantar a crista quando rolar cabeças de cara-pálida... Ou então outros dirão: O cara ali está maluco e blefando, não sabe o que diz... Ora, o que está acontecendo nas áreas indígenas históricas é exatamente isso... O agronegócio está avançando como em guerra de guerrilhas... Vai eliminando algumas lideranças no tempo da história e ocupando os espaços deixados a descoberto (índios aterrorizados e em fuga pelas estradas). Os fazendeiros vão erguendo fazendas, transportando o gado de um lado para o outro e desmatando criminosamente a região para inviabilizar a permanência do índio em terra arrasada, e cada fazenda erguida torna-se um posto avançado na linguagem militar... Na verdade a guerra já está estabelecida e, só não vê quem não quer! Mas, isso ai tem de ter um final... Muito mais do que uma questão jurídica de fato, as demarcações das áreas indígenas não ocorrem no Brasil, por uma questão de ordem moral e ética chamada de "xenofobia", que está incrustada no pensamento político e ideológico dos governantes... |
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domingo, 10 de novembro de 2013
Governo xenófobo do PT e a Polícia Federal permitem que fazendeiros do MS organizem milícia criminosa para matarem índios Guarani-Kaiowá!
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
GUARANI-KAIOWÁ: "Xenofobia" impede a demarcação das áreas indígenas no Brasil!
| Jovem índio Guarani-Kaiowá |
Por Carlos Alberto
[...] Em vias de extermínio eminente, as comunidades, que estão sob cerco de pistoleiros, anunciam o genocídio Guarani – Kaiowá. Uma tribo com 170 pessoas está em vias de ser exterminada.
O Mato Grosso seria território do Paraguai se aquelas nações não tivessem lutado para defendê-lo, por isso receberam através de documento lavrado por D. Pedro II aquelas terras como propriedade legítima.
Esse ato na verdade foram um descalabro impositivo do modo de pensar das sociedades européias (invasoras dos territórios indígenas) e que são as matizes históricas da burguesia imperialista...
Os jovens, de estrutura emocional mais vulnerável, têm cometido suicídio com regularidade alarmante, por não suportarem o cerco e a ameaça iminente de serem atacados, passando pelos mesmos terrores que viveram anteriormente, por não abrirem mão do seu território
Enquanto isso a nossa Presidenta Dilma Rousseff se queixa de que os brasileiros são contra a participação de empresas estrangeiras na “partilha” do Pré-Sal (expropriação), e diz aos quatro ventos de que isso é um ato de “xenofobia” dos contrários.
Enquanto isso a nossa Presidenta Dilma Rousseff se queixa de que os brasileiros são contra a participação de empresas estrangeiras na “partilha” do Pré-Sal (expropriação), e diz aos quatro ventos de que isso é um ato de “xenofobia” dos contrários.
Imagine tudo isso, é apenas porque uma grande maioria do povo brasileiro se posiciona contra a venda do Pré-Sal que, na verdade é uma riqueza estratégica para o futuro do povo e um baluarte da soberania nacional, e que nunca deveria ser tocado pelas mãos das potencias estrangeiras...
Bem, Presidenta, se usarmos o seu raciocínio na questão indígena, eu também diria que a não demarcação das terras indígenas, em especial a Guarani Kaiowá, não ocorrem porque a senhora se considera acima de todos nós, até porque, sendo “Búlgara” descendente, talvez lhe falte esse sentimento de brasilidade tupiniquim.
Bem, Presidenta, se usarmos o seu raciocínio na questão indígena, eu também diria que a não demarcação das terras indígenas, em especial a Guarani Kaiowá, não ocorrem porque a senhora se considera acima de todos nós, até porque, sendo “Búlgara” descendente, talvez lhe falte esse sentimento de brasilidade tupiniquim.
Não obstante, o próprio STF que é o detentor das “letargias” criminosas e jurídicas, a serviço da ideologia dos ricos, juntamente com o Congresso Nacional, também sofrem coletivamente dessa patologia desonesta e diabólica chamada de “Xenofobia”.
Outro sim, não há razões para esse “postergamento” baseado em conceitos e interpretações jurídicas descabidas, naquilo que historicamente é um direito legítimo, ou seja, dar aos índios (meu povo, porque nãoʔ) aquilo que nos pertence desde que fomos invadidos em 1500. Ou será que eu estou sendo xenófobo?
Esses são os entendimentos da Presidenta Dilma Roussef baseada no seu modo de pensar, queixando-se das contrariedades em relação ao Pré-Sal.
Na verdade as terras indígenas estão sendo expropriadas lentamente ao longo dos anos, inclusive com o apoio da “Teologia da Mentira” (proprietária de todos os movimentos sociais) que impõem aos nativos da terra, um novo pensar baseado no cristianismo inquisitório da etnia...
Em algumas aldeias e acampamentos “dominados” pelas ONGs católicas picaretas e sugadoras de dinheiro público, os índios usam calças jeans, camisetas “Hering”, “Bilabong” etc, relógios digitais, filmadoras, notebooks, celulares e outras parnafenalias eletrônicas, elementos materiais alienígenas a cultura guarani, caracterizando esse novo “modus vivendi” como algo a ser perseguido pelas etnias nativas...
Crianças indígenas mascam chicletes, chupam balinhas de hortelã, comem gomas suculentas e açucaradas e, aos adultos, só falta mesmo usarem paletós e gravatas, para delírios dos defensores da pedofilia de batina (proprietária de todos os movimentos sociais) que tem como objetivo final catequizar e civilizar os genuínos donos das terras para entregá-los “lenta” e estrategicamente em bandeja a exploração dos caras-pálidas...
Em algumas aldeias e acampamentos “dominados” pelas ONGs católicas picaretas e sugadoras de dinheiro público, os índios usam calças jeans, camisetas “Hering”, “Bilabong” etc, relógios digitais, filmadoras, notebooks, celulares e outras parnafenalias eletrônicas, elementos materiais alienígenas a cultura guarani, caracterizando esse novo “modus vivendi” como algo a ser perseguido pelas etnias nativas...
Crianças indígenas mascam chicletes, chupam balinhas de hortelã, comem gomas suculentas e açucaradas e, aos adultos, só falta mesmo usarem paletós e gravatas, para delírios dos defensores da pedofilia de batina (proprietária de todos os movimentos sociais) que tem como objetivo final catequizar e civilizar os genuínos donos das terras para entregá-los “lenta” e estrategicamente em bandeja a exploração dos caras-pálidas...
Neste ínterim, continua o assassinato de lideranças Guarani Kaiowá, e nada da demarcação das terras...
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
E se toda favela incendiada recebesse habitação popular?
Por Leonardo Sakamoto*
Falar sobre a política higienista de São Paulo é chover no molhado. Afinal de contas, as empreiteiras e os especuladores imobiliários estão aqui, doando recursos de campanha, emprestando parentes para cargos públicos, influenciando o cumprimento e o não cumprimento de regras, como o plano diretor. Ao mesmo tempo, quando forem abertas as contas das eleições, veremos – novamente – a influência do cimento na condução de prefeito e vereadores aos seus mandatos.
Enquanto isso, mais uma favela queimou em São Paulo.
Essa limpeza pelo fogo leva às lágrimas muitas famílias. E abrem imperceptíveis sorrisos em alguns empresários e administradores públicos de olho no erguimento de bancos, salas de concertos e de exposições, teatros, sedes de multinacionais, escritórios da administração pública, restaurantes, equipamentos públicos. E apartamentos, para quem pode pagar, é claro.
A questão deveria ser central nos discursos dos candidatos à Prefeitura de São Paulo, mas não é. Até porque tem sido função do poder público em São Paulo tornar a vida dos moradores de favelas em áreas de interesse imobiliário um inferno até que eles saiam, seja por ação direta, seja por omissão.
E a desse pessoal, resistir. Eles sabem que não se encaixam no plano de desenvolvimento para a cidade. Sabe como é, né? Aquele bando de gente pobre só ia jogar o preço do metro quadrado para embaixo e afastar os “homens de bem” de perto. Temos um constante Pinheirinho em São Paulo, mas como segue a conta-gotas, não vira manchete. Banalizou-se, como a corrupção ou a superexploração do trabalho.
Ao longo do tempo, fomos expulsando os mais pobres para regiões cada vez mais periféricas. Eles, que têm menos recursos financeiros, gastam mais tempo e mais de sua renda com transporte do que os mais ricos que ficaram nas áreas centrais – com exceção das Alphabolhas da vida. Cortiços e pequenas favelas em regiões de fácil acesso abrigam centenas de famílias. Sem o mínimo de saneamento básico, às vezes sem água e sem luz. A maioria dos moradores desses locais prefere continuar assim, pois transporte é o que não falta e a casa fica próxima ao trabalho – ao contrário do que acontece em bairros da periferia, onde o trajeto até o centro chega a levar três horas, dentro de ônibus superlotados.
Ao mesmo tempo, o Brasil está se tornando um imenso canteiro de obras.
O problema é que há gente morando nos locais onde se quer construir.
O governo brasileiro inundou o país com bilhões em recursos para a construção, com o objetivo de modernizar a infra-estrutura e erguer moradias, girando a economia. Só que “esqueceu” de uma coisa: com o mercado imobiliário aquecido, a busca por áreas urbanas para a incorporação leva à expulsão de comunidades pobres que disputam a posse de terrenos. Se a Justiça considerasse sempre a função social da propriedade para tomar suas decisões, como está previsto na Constituição Federal, a história seria diferente e essas comunidades teriam direitos preservados. Se barracos de madeira em tempo seco fossem imunes a incêncios criminosos ou não, também.
Ah, mas o poder público não acendeu o fósforo, gerou o curto-circuito ou entulhou o lixo que foi combustível da desgraça. Mas sabia que a situação era de risco. E, ao invés de urbanizar a comunidade, preferiu deixar tudo como estava, lancando como prioridade de rodapé. Sim, administradores públicos gostam de serem elogiados pelo que fazem, mas esquecem que – mais importante que isso – são culpados pelo que deixam de fazer.
Como já disse aqui antes, o melhor disso tudo é que a maior parte de nós simplesmente não se importa. Acha um absurdo exageros e injustiças, como todo cordial brasileiro, mas está se lixando para saber como o seu apartamento, energia elétrica, estrada ou estádio foram feitos. Ou quem teve que sair para dar lugar a você. A ignorância é uma benção.
Para parte de nós, favelas que viram cinzas são um incenso queimando em nome do progresso e do futuro.
(*) jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
LUTA TOTAL: Discernir é entender a essência, é diferenciar...
LUTA TOTAL: Discernir é entender a essência, é diferenciar...: "O rosto enganador deve ocultar o que o falso coração sabe". (William Shakespeare) Com as palavras de Shakespeare faço as minhas o...Na boa mesmo, não tem perdão, não tem chupadinha, foda-se...
Móóórreu...
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